Quem é Mikey Madison, que venceu Oscar contra Fernanda Torres
Revelada com atuações psicóticas em "Era uma vez em… Hollywood" (2019) e "Pânico" (2022), a americana, conhecida como Mikey Madison
Revelada com atuações psicóticas em “Era uma vez em… Hollywood” (2019) e “Pânico” (2022), a americana Mikaela Madison Rosberg, conhecida como Mikey Madison, supera o risco de passar o resto da vida escalada em papéis do tipo e provou ser uma força em ascensão inevitável em Hollywood.
Mikey Madison levou o Oscar de melhor atriz pelo longa Anora, o que despertou críticas dos fãs da brasileira Fernanda Torres. No entanto, a protagonista de 25 anos não possui redes sociais.
Por trás da sensualidade e carisma, a atriz abriga uma vulnerabilidade e uma doçura indispensáveis para a força de Anora.
O primeiro papel de destaque foi na série Better Things, como a filha mais velha da personagem principal desta dramédia estrelada por Pamela Adlon. A série foi criada por ela e pelo humorista Louie C.K, com episódios entre 2016 e 2022.
Enquanto interpretava a Max na série, ela trabalhou em outros filmes independentes como Monster e Nostalgia, ambos lançados em 2018. Em 2024, foi escalada para um papel de coadjuvante na série Lady in the Lake.
FAÇA PARTE DO NOSSO CANAL NO WHATSAPPA virada na carreira veio ao ser escalada para o papel-título de Anora, dirigido e roteirizado por Sean Baker. O filme do cineasta americano levou cinco prêmios no Oscar.
O longa começa como uma excelente e muito carismática comédia romântica com toques eróticos sobre uma stripper (Mikey) que conhece e se casa com um jovem herdeiro russo (Mark Eidelshtein).
Anora não demora para se desdobrar em novas camadas. É, ao mesmo tempo, uma história baladeira com drogas e sexo; um romance fofinho “good vibes”; e uma farsa hilária e caótica com toques de crítica social cínica. Acima de tudo, o filme dirigido e roteirizado pelo americano Sean Baker é um filme em que tudo parece real.
O diretor de 54 anos é conhecido por contar histórias sobre grupos marginalizados como imigrantes chineses de um restaurante (“Take Out”); crianças que vivem em móteis precários no entorno da Disney (“Projeto Flórida”) e garotas de programa trans (“Tangerina”). Falando de Anora, o consenso é o de que o filme reflete com fidelidade o trabalho sexual de mulheres.
FONTE: G1
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