Se você tem muita dor de cabeça, fuja desses três alimentos

09/06/2026

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Quem sofre com dores de cabeça recorrentes costuma associar as crises ao estresse, noites mal dormidas ou alterações hormonais. No entanto, a alimentação também pode influenciar o problema em algumas pessoas.

Segundo a Sociedade Americana de Cefaleia, cerca de 30% dos pacientes com enxaqueca conseguem identificar determinados alimentos como gatilhos para o surgimento das crises.

Isso não significa que a comida seja a causa da dor de cabeça. Porém, para quem já possui predisposição à enxaqueca, alguns ingredientes podem favorecer o aparecimento dos sintomas.

1. Carnes processadas

Salsicha, presunto, salame e outros embutidos estão entre os alimentos mais frequentemente associados às crises de enxaqueca.

Isso acontece porque esses produtos contêm nitratos e nitritos, substâncias que o organismo transforma em óxido nítrico. Além disso, pesquisas indicam que esse composto pode contribuir para o início e a duração das dores de cabeça em pessoas sensíveis.

Por isso, especialistas recomendam moderação no consumo desses alimentos.

2. Queijos curados e maturados

Queijos que passam por longos períodos de maturação também podem representar um problema para algumas pessoas.

Isso porque eles possuem níveis elevados de tiramina, uma substância produzida durante o processo de fermentação. Além disso, estudos apontam que a tiramina pode atuar como gatilho para crises de enxaqueca em indivíduos predispostos.

Entre os exemplos estão alguns tipos de parmesão, gorgonzola e provolone.

3. Vinho tinto

Embora diferentes bebidas alcoólicas possam desencadear dores de cabeça, o vinho tinto costuma aparecer entre os principais vilões.

Além do álcool, que favorece a desidratação, a bebida contém compostos como taninos, sulfitos e histaminas. Consequentemente, esses elementos podem aumentar as chances de uma crise em pessoas sensíveis.

Por isso, quem percebe relação entre o consumo de vinho e o surgimento de dores de cabeça deve observar a frequência dos episódios e procurar orientação médica.

Nem todo mundo reage da mesma forma

Especialistas destacam que os gatilhos alimentares variam de pessoa para pessoa. Enquanto alguns pacientes apresentam crises após consumir determinados alimentos, outros não percebem qualquer alteração.

Dessa forma, manter um registro da alimentação e dos episódios de dor pode ajudar a identificar possíveis relações e facilitar o acompanhamento médico.

Além disso, uma alimentação equilibrada, boa hidratação e noites de sono regulares continuam entre as principais recomendações para reduzir a frequência das crises de enxaqueca.

Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás

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