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Mulher é morta a tiros pelo marido horas após casamento

Uma mulher de 34 anos morreu baleada poucas horas após o próprio casamento, em Campinas. A polícia prendeu o marido da vítima,

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Uma mulher de 34 anos morreu baleada poucas horas após o próprio casamento, em Campinas. A polícia prendeu o marido da vítima, um guarda municipal de 55 anos, suspeito de cometer o feminicídio durante a confraternização do casal.

Discussão terminou em tragédia

Segundo as investigações iniciais, o casal comemorava o casamento em uma residência no bairro DIC IV quando iniciou uma discussão.

De acordo com testemunhas, a briga evoluiu para agressões físicas. Em seguida, o guarda municipal teria pegado a arma funcional e efetuado disparos contra a esposa.

Além disso, relatos apontam que ele deixou o imóvel após os primeiros tiros, mas retornou pouco depois e atirou novamente contra a vítima.

Guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, preso em flagrante por feminicídio — Foto: Reprodução/EPTV

Filhos estavam na casa

A vítima, identificada como Nájylla Duenas Nascimento, era mãe de três filhos de um relacionamento anterior.

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Familiares que participavam da confraternização retiraram as crianças do imóvel durante a confusão para evitar que elas presenciassem a violência.

Samu tentou socorrer vítima

Equipes do Samu chegaram rapidamente ao local e prestaram atendimento à mulher.

No entanto, Nájylla não resistiu aos ferimentos.

Mãe relatou comportamento agressivo

A mãe da vítima afirmou que já havia percebido episódios de agressividade do suspeito, principalmente quando ele consumia bebidas alcoólicas.

Além disso, ela contou que alertou a filha sobre o comportamento do guarda municipal antes do casamento.

Prisão foi convertida em preventiva

Após o crime, o próprio suspeito acionou a corporação. Policiais prenderam o homem em flagrante e apreenderam uma arma de fogo e munições.

Posteriormente, o Tribunal de Justiça de São Paulo converteu a prisão em flagrante em preventiva.

Polícia investiga feminicídio

A Polícia Civil de São Paulo registrou o caso como feminicídio e violência doméstica.

Além disso, a Guarda Municipal informou que abriu procedimento interno para acompanhar a conduta do agente.

Segundo familiares, Nájylla cursava Direito e sonhava em atuar como advogada.

Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás

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