Mulher é morta a tiros pelo marido horas após casamento
Uma mulher de 34 anos morreu baleada poucas horas após o próprio casamento, em Campinas. A polícia prendeu o marido da vítima,
Uma mulher de 34 anos morreu baleada poucas horas após o próprio casamento, em Campinas. A polícia prendeu o marido da vítima, um guarda municipal de 55 anos, suspeito de cometer o feminicídio durante a confraternização do casal.
Discussão terminou em tragédia
Segundo as investigações iniciais, o casal comemorava o casamento em uma residência no bairro DIC IV quando iniciou uma discussão.
De acordo com testemunhas, a briga evoluiu para agressões físicas. Em seguida, o guarda municipal teria pegado a arma funcional e efetuado disparos contra a esposa.
Além disso, relatos apontam que ele deixou o imóvel após os primeiros tiros, mas retornou pouco depois e atirou novamente contra a vítima.

Filhos estavam na casa
A vítima, identificada como Nájylla Duenas Nascimento, era mãe de três filhos de um relacionamento anterior.
FAÇA PARTE DO NOSSO CANAL NO WHATSAPPFamiliares que participavam da confraternização retiraram as crianças do imóvel durante a confusão para evitar que elas presenciassem a violência.
Samu tentou socorrer vítima
Equipes do Samu chegaram rapidamente ao local e prestaram atendimento à mulher.
No entanto, Nájylla não resistiu aos ferimentos.
Mãe relatou comportamento agressivo
A mãe da vítima afirmou que já havia percebido episódios de agressividade do suspeito, principalmente quando ele consumia bebidas alcoólicas.
Além disso, ela contou que alertou a filha sobre o comportamento do guarda municipal antes do casamento.
Prisão foi convertida em preventiva
Após o crime, o próprio suspeito acionou a corporação. Policiais prenderam o homem em flagrante e apreenderam uma arma de fogo e munições.
Posteriormente, o Tribunal de Justiça de São Paulo converteu a prisão em flagrante em preventiva.
Polícia investiga feminicídio
A Polícia Civil de São Paulo registrou o caso como feminicídio e violência doméstica.
Além disso, a Guarda Municipal informou que abriu procedimento interno para acompanhar a conduta do agente.
Segundo familiares, Nájylla cursava Direito e sonhava em atuar como advogada.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás
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