Problemas respiratórios como rinite e sinusite costumam aumentar em períodos de clima seco ou frio e, apesar de semelhantes, têm causas e sintomas diferentes.
Rinite afeta a mucosa nasal
A rinite é uma inflamação na parte interna do nariz. Ela pode surgir por alergias — como poeira, ácaros, mofo e pelos de animais — ou por irritantes e infecções.
Além disso, os sintomas mais comuns incluem espirros frequentes, coceira no nariz, coriza e congestão nasal. Em muitos casos, o quadro pode se tornar crônico, principalmente quando há exposição constante aos gatilhos.
Sinusite atinge os seios da face
Por outro lado, a sinusite — ou rinossinusite — afeta cavidades ao redor do nariz e da face. Nesses casos, além do nariz entupido, surgem sintomas como dor facial, sensação de pressão, secreção mais espessa e até redução do olfato.
Em situações mais intensas, também podem ocorrer febre e mal-estar.
Clima influencia no agravamento
Segundo especialistas, o ar seco e frio prejudica o funcionamento do nariz. Isso acontece porque a mucosa resseca, dificultando a eliminação de partículas e vírus.
Dessa forma, o risco de inflamações e infecções aumenta, especialmente em períodos de mudanças bruscas de temperatura.
Uma condição pode favorecer a outra
Embora sejam diferentes, rinite e sinusite podem estar relacionadas. Quando a rinite não está controlada, a inflamação pode dificultar a drenagem dos seios da face.
Com isso, há acúmulo de secreção e maior chance de evolução para sinusite.
Sinais de alerta exigem atenção
É importante procurar avaliação médica quando os sintomas duram mais de uma semana, pioram com o tempo ou incluem dor intensa, febre e secreção espessa.
Além disso, crises frequentes que afetam o sono ou a rotina também indicam necessidade de acompanhamento.
Prevenção envolve controle dos gatilhos
Para evitar crises, especialistas recomendam manter ambientes limpos e ventilados. Além disso, é importante reduzir poeira, mofo e odores fortes.
Outras medidas incluem lavar roupas de cama com frequência e evitar objetos que acumulam sujeira.
Assim, o controle dos fatores desencadeantes ajuda a reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás
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