Líder de igreja envia foto do pênis e grava sexo com fiéis

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Policiais civis da delegacia de Itumbiara (GO) prenderam, nesta terça-feira (7/4), Givanildo Teodoso da Silva, de 39 anos. O líder de uma igreja evangélica responde pelas acusações de estupro de vulnerável e armazenamento de material de cunho sexual.

O início das investigações

A princípio, as investigações começaram logo após o Conselho Tutelar de Itumbiara denunciar um caso envolvendo uma adolescente de 13 anos. Segundo o inquérito, Givanildo enviou fotos de seu órgão genital para a garota via direct do Instagram. Além disso, o investigado insistiu repetidamente para que a vítima, que frequentava a sua congregação, também enviasse fotos íntimas.

Detalhes dos crimes e novas vítimas

No decorrer das diligências, a Polícia Civil apurou que as ações criminosas iam além da tentativa de produzir pornografia infantojuvenil. De acordo com os agentes, Givanildo praticou estupro de vulnerável contra outra menina de 12 anos e contra uma mulher adulta que possui deficiência intelectual.

Ademais, o suspeito utilizava chamadas de vídeo por aplicativos de mensagens para induzir as vítimas a praticarem atos libidinosos em si mesmas. Outro ponto relevante é que o homem possuía um histórico extenso de crimes sexuais. Nesse sentido, ele gravou atos sexuais com outras cinco mulheres adultas sem qualquer autorização durante as videochamadas.

Atuação da Polícia Civil e prisão preventiva

Posteriormente, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) e a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente ressaltaram que o investigado também armazenava uma grande quantidade de pornografia infantojuvenil. Devido à gravidade dos fatos, a justiça determinou a prisão preventiva pelos crimes de:

  • Estupro de vulnerável;
  • Registro não autorizado da intimidade sexual;
  • Posse e tentativa de produção de pornografia infantojuvenil.

Identificação de novas vítimas

Por fim, a Polícia Civil optou por divulgar a imagem e o nome do suspeito com o objetivo de identificar possíveis novas vítimas. Caso você tenha informações relevantes, pode realizar denúncias pelos telefones (64) 3404-7711 ou (62) 2088-0091.

Fonte: Redação

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