A influenciadora Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira durante uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital.
Operação mira esquema ligado ao PCC
Batizada de Operação Vérnix, a ação reúne equipes do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil.
Além disso, os agentes cumprem mandados de prisão preventiva, busca e apreensão contra investigados ligados ao esquema.
Entre os principais alvos aparecem Marcola, familiares dele e supostos operadores financeiros da facção.
Ao mesmo tempo, a polícia também realizou buscas em imóveis ligados à influenciadora na Grande São Paulo.
Investigação aponta depósitos suspeitos
Segundo os investigadores, Deolane Bezerra recebeu transferências consideradas suspeitas entre 2018 e 2021.
Além disso, a apuração identificou dezenas de depósitos fracionados que, somados, chegaram perto de R$ 700 mil.
De acordo com a investigação, parte dos valores teria saído da conta de um homem investigado como possível “laranja” do esquema.
Enquanto isso, os investigadores analisam movimentações financeiras e mensagens interceptadas durante a operação.
Justiça bloqueou milhões em bens
Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões ligados à influenciadora.
Ao mesmo tempo, as autoridades apreenderam 39 veículos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões.
Segundo os investigadores, os bloqueios patrimoniais ultrapassam R$ 357 milhões.
Polícia investiga esquema de lavagem
Segundo o Ministério Público, empresas e terceiros teriam movimentado recursos ligados à facção criminosa.
Além disso, investigadores apontam que uma transportadora do interior paulista teria ajudado a ocultar patrimônio da família de Marcola.
Enquanto isso, a polícia tenta identificar todos os envolvidos nas movimentações financeiras investigadas.
Investigação começou dentro de presídio
As investigações começaram em 2019 após agentes apreenderem manuscritos e bilhetes dentro da Penitenciária II de Presidente Venceslau.
Segundo a polícia, os documentos revelaram ordens internas, movimentações financeiras e conexões entre integrantes do alto escalão do PCC.
Além disso, os investigadores afirmam que o material ajudou a mapear parte da estrutura financeira da facção criminosa.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás
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