A Associação Brasileira de Críticos de Cinema divulgou uma nova seleção com os 100 filmes brasileiros considerados mais importantes da história do cinema nacional. A lista faz parte das comemorações pelos 15 anos da entidade e, além disso, marca uma década desde a primeira votação organizada pela associação.
Seleção reúne clássicos e produções recentes
Desta vez, diferentemente da edição anterior, a Abraccine decidiu não criar um ranking entre os títulos escolhidos. Assim, a entidade apenas apresentou os 100 filmes mais votados entre 1.169 produções brasileiras, incluindo curtas e longas-metragens.
Além disso, segundo a associação, a nova seleção traz mais obras dirigidas por mulheres e cineastas negros. Dessa maneira, a lista busca apresentar uma visão mais diversa sobre a produção audiovisual brasileira.
Filmes históricos aparecem na seleção
Entre os principais destaques da seleção estão clássicos consagrados do cinema nacional, como Deus e o Diabo na Terra do Sol, Macunaíma, Central do Brasil e Cidade de Deus.
Ao mesmo tempo, a nova lista também abriu espaço para produções mais recentes que ganharam reconhecimento nos últimos anos. Entre elas estão Marte Um, Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto.
Além disso, a presença dessas obras mostra como o cinema brasileiro continua renovando sua produção e ampliando a diversidade de histórias e estilos nas telas.
Confira alguns dos filmes selecionados
A lista inclui produções de diferentes épocas e estilos do cinema brasileiro. Entre elas estão:
- Limite
- O Cangaceiro
- Vidas Secas
- Terra em Transe
- Pixote
- Cabra Marcado Para Morrer
- Carlota Joaquina, Princesa do Brazil
- O Auto da Compadecida
- Madame Satã
- Que Horas Ela Volta?
- Aquarius
- As Boas Maneiras
Publicação vai analisar os filmes
Além da divulgação da lista, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema também informou que lançará, até o fim deste ano, uma publicação especial com textos críticos sobre os 100 filmes selecionados.
Dessa forma, a entidade pretende aprofundar as análises sobre as obras escolhidas e, ao mesmo tempo, ampliar o debate sobre a importância histórica do cinema brasileiro.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás
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