O Banco Central anunciou novas medidas para reforçar a segurança do sistema financeiro. A partir de 2026, bancos e instituições financeiras que não cumprirem as exigências de segurança digital poderão sofrer restrições no uso do Pix.
Além disso, dependendo da gravidade das falhas, o Banco Central poderá até suspender temporariamente o acesso dessas instituições ao sistema de pagamentos instantâneos.
Novas regras reforçam segurança
As novas normas buscam reduzir o número de fraudes e ataques cibernéticos registrados nos últimos anos.
Segundo o Banco Central, o aumento dos crimes virtuais motivou a adoção de medidas mais rigorosas para proteger clientes e instituições financeiras.
Dessa forma, bancos e fintechs deverão comprovar que atendem aos requisitos de segurança estabelecidos pelo órgão.
Instituições poderão sofrer restrições
Caso uma instituição apresente falhas de segurança, o Banco Central poderá aplicar diferentes sanções.
Entre elas, estão a limitação dos valores das transferências, restrições de horários para operações via Pix e, em situações mais graves, a suspensão temporária do serviço.
Além disso, o órgão pretende acompanhar continuamente o nível de segurança das instituições participantes.
Banco Central amplia fiscalização
Desde maio de 2026, o Banco Central intensificou o monitoramento das instituições financeiras.
Além de solicitar relatórios técnicos, o órgão passou a mapear vulnerabilidades nos sistemas utilizados por bancos e fintechs.
Com isso, a fiscalização permitirá identificar riscos e exigir correções antes que novas fraudes ocorram.
Medidas buscam reduzir ataques
Segundo dados divulgados pelo Banco Central, os incidentes de segurança cresceram nos últimos anos.
Além disso, ataques cibernéticos provocaram prejuízos bilionários ao sistema financeiro, incluindo desvios realizados por meio do Pix.
Por esse motivo, o órgão considera essencial fortalecer a segurança das plataformas utilizadas pelas instituições financeiras.
Objetivo é proteger os usuários
Apesar das novas exigências, as medidas não alteram o funcionamento do Pix para os clientes das instituições que estiverem em conformidade.
Por fim, o Banco Central afirma que o objetivo é aumentar a segurança das transações, reduzir fraudes e garantir mais proteção aos usuários do sistema de pagamentos instantâneos.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás
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