Pai é preso após matar o filho de 3 anos por não receber “bom dia”

10/07/2026

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O norte-americano Dandre Jermaine Grayson, de 33 anos, está preso preventivamente após confessar a morte do próprio filho, de 3 anos, em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS). Segundo a Polícia Civil, ele agrediu a criança depois de o menino não lhe desejar “bom dia”.

Além disso, a Justiça também decretou a prisão preventiva da mãe da criança. A investigação apura se ela se omitiu diante das agressões.

Missionário vive no Brasil há nove anos

De acordo com as investigações, Dandre mora no Brasil há cerca de nove anos e se mudou para Viamão há aproximadamente seis meses.

Na cidade, ele atuava como missionário ligado a uma igreja localizada na região de Águas Claras. Nas redes sociais, também se apresentava como cantor cristão e compartilhava publicações relacionadas à fé.

Além disso, moradores relataram ao Metrópoles que o suspeito costumava defender discursos sobre submissão da mulher ao homem durante conversas com vizinhos.

Pai confessou as agressões

Segundo a Polícia Civil, Dandre confessou que agrediu o filho após a criança não lhe dar “bom dia”.

Em depoimento, ele afirmou que desferiu socos no peito e no abdômen do menino, além de bater a cabeça da vítima contra o chão.

Logo depois, o próprio pai levou a criança ao hospital. No entanto, a equipe médica identificou diversas lesões e acionou a Polícia Militar.

Menino morreu após ser transferido

Devido à gravidade dos ferimentos, os médicos transferiram a criança para um hospital em Porto Alegre.

Apesar dos esforços da equipe de saúde, o menino não resistiu e morreu no dia seguinte.

Enquanto isso, a Justiça converteu a prisão em flagrante do suspeito em prisão preventiva durante a audiência de custódia.

Polícia também investiga a mãe

Além das investigações contra o pai, a Polícia Civil apura a conduta da mãe da criança.

Por esse motivo, a Justiça também determinou a prisão preventiva da mulher. Os investigadores querem esclarecer se ela teve participação nos fatos ou se deixou de agir para impedir as agressões.

Por fim, a Polícia Civil continua reunindo provas e depoimentos para concluir o inquérito e esclarecer todas as circunstâncias do caso.

Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás    

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