Mulher desconfia de taça de vinho, faz troca e PM morre, entenda

18/06/2026

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A Polícia Civil de Pernambuco apura a morte do cabo da PM José Maria Alexandre da Silva Júnior, de 40 anos, ocorrida após um encontro com a ex-companheira em um apartamento no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Embora os laudos periciais ainda não tenham apontado a causa da morte, os investigadores analisam a possibilidade de envenenamento.

Mulher desconfiou da própria taça durante encontro

Segundo a investigação, José Maria seguiu para o apartamento da ex-companheira após deixar o trabalho.

Durante o encontro, os dois consumiram bebidas alcoólicas e energético. Entretanto, um episódio específico chamou a atenção da polícia. Em determinado momento, a mulher suspeitou que sua taça de vinho havia sido trocada e decidiu substituí-la.

Pouco tempo depois, o policial começou a passar mal.

Além disso, testemunhas relataram que ele apresentou lábios arroxeados e espuma na boca antes de morrer.

Perícia analisa bebidas consumidas pelo casal

Logo após a morte, equipes das polícias Civil e Militar foram até o apartamento para iniciar os levantamentos.

Em seguida, os peritos recolheram as taças utilizadas durante o encontro, além de garrafas e amostras das bebidas consumidas pelo casal.

Agora, a perícia criminal analisa o material para verificar a presença de substâncias tóxicas que possam ter contribuído para a morte do policial.

Ex-companheira depõe e deixa delegacia

A ex-companheira do militar, uma advogada de 48 anos, compareceu à delegacia e prestou esclarecimentos sobre o caso.

Após o depoimento, as autoridades a liberaram. Até o momento, a Polícia Civil não informou se ela figura formalmente como suspeita na investigação.

Por outro lado, os investigadores mantêm sigilo sobre parte do inquérito para evitar prejuízos às apurações.

Polícia aguarda resultado dos laudos

Inicialmente, as autoridades registraram a ocorrência como homicídio. No entanto, após os primeiros levantamentos, a polícia alterou a classificação para “morte a esclarecer”.

Dessa forma, os investigadores aguardam os resultados dos exames realizados pelo Instituto de Medicina Legal (IML) e pela perícia criminal.

Enquanto isso, a 3ª Delegacia de Homicídios, ligada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), continua ouvindo testemunhas e reunindo informações para esclarecer o que causou a morte do policial.

Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás        

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