Um levantamento inspirado no World Happiness Report apontou Santa Catarina como o estado com os melhores índices de bem-estar no Brasil em 2026. Além disso, o destaque ficou para o domínio no topo do ranking, com três municípios ocupando as primeiras posições.
De acordo com o estudo, divulgado pela Revista Bula com base em dados públicos auditáveis, as cidades de Jaraguá do Sul (8,94), Joinville (8,91) e São José (8,90) lideram a lista nacional de qualidade de vida.
Critérios vão além da percepção pessoal
Diferentemente de rankings baseados apenas na satisfação individual, o estudo considerou critérios estruturais. Ao todo, a análise avaliou oito dimensões e, dessa forma, mediu o bem-estar de forma mais ampla.
Entre os principais fatores, aparecem segurança, saúde, estabilidade econômica e confiança nas instituições. Além disso, o levantamento também considerou qualidade dos serviços urbanos, apoio social, liberdade de escolha, integridade pública, habitabilidade e engajamento comunitário.
Segurança e economia têm maior peso
Segundo o estudo, alguns fatores tiveram maior peso na avaliação. A segurança pessoal lidera com 16% da composição do índice. Em seguida, aparecem a capacidade material e econômica, com 15%, e saúde e longevidade, também com 15%.
Assim, o ranking reforça que qualidade de vida não depende apenas de renda, mas de um conjunto de condições estruturais.
Cidades catarinenses se destacam
Além das três primeiras colocadas, outras cidades de Santa Catarina também aparecem bem posicionadas. Entre elas, estão Pomerode e Florianópolis.
Dessa maneira, o estado demonstra consistência nos resultados e, ao mesmo tempo, reforça um padrão de desenvolvimento equilibrado.
Modelo de gestão chama atenção
O desempenho de Santa Catarina sugere um modelo de gestão urbana que tem ganhado destaque no cenário nacional. Com notas superiores a 8,5, os municípios líderes foram classificados como de “excelência” em bem-estar.
Além disso, a análise aponta que fatores como infraestrutura eficiente, baixos índices de criminalidade e acesso a serviços públicos de qualidade contribuem diretamente para ambientes mais favoráveis à vida urbana.
Portanto, o estudo indica que cidades de médio porte conseguem equilibrar crescimento econômico e organização urbana, o que explica, em grande parte, os altos índices registrados.
Fonte: Redação
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