Anapolina, a cardiologista Ludhmila Hajjar comemora vitória de Lula: “Vencemos”
Cardiologista destacou o SUS, a ciência e a democracia ao comentar o resultado do segundo turno presidencial
Natural de Anápolis, em Goiás, a cardiologista Ludhmila Hajjar comemorou nas redes sociais a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (25). Reconhecida nacionalmente por sua atuação na medicina, a especialista acompanhou momentos da jornada eleitoral ao lado do presidente e publicou mensagens de apoio após o resultado do segundo turno.
Em uma das publicações, Ludhmila apareceu abraçada a Lula e escreveu: “Obrigada, Presidente Lula!”. Além disso, durante a apuração, a médica compartilhou outro registro ao lado do petista e declarou: “Já já o resultado final. Mas já vencemos. Venceram a democracia, a ciência, a educação e a saúde.”
Dessa forma, a cardiologista relacionou sua comemoração não apenas ao resultado eleitoral, mas também a temas que fazem parte de sua trajetória profissional, sobretudo ciência, educação e saúde.
Ludhmila Hajjar declarou apoio a Lula
Antes do segundo turno, Ludhmila já havia declarado publicamente apoio à candidatura de Lula. Em uma das manifestações, a médica relacionou seu posicionamento à defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).
Além disso, após a eleição, ela publicou uma fotografia ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff. Na legenda, escreveu: “Minha Presidenta Dilma. Obrigada por confiar no SUS, no Brasil e estar do lado certo sempre!”.
Em outro registro, Ludhmila voltou a mencionar a democracia. “Segue nossa luta. Mas venceremos. Porque o bem sempre vence. O Brasil continuará sendo um país democrático”, afirmou.
As declarações, portanto, refletem o posicionamento político manifestado pela própria cardiologista nas redes sociais.
Quem é a anapolina Ludhmila Hajjar?
Ludhmila Hajjar ocupa o cargo de professora titular da Disciplina de Emergências Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Além disso, possui especialização em Clínica Médica, Cardiologia, Medicina de Emergência e Terapia Intensiva. Atualmente, também dirige a área de Cardio-Oncologia do Instituto do Coração (InCor).
A médica ganhou ainda mais projeção nacional durante a pandemia de Covid-19. Nos anos de 2020 e 2021, por exemplo, coordenou a UTI Covid do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Em março de 2021, Ludhmila recusou o convite para assumir o Ministério da Saúde no governo Jair Bolsonaro. Na ocasião, a cardiologista explicou que tomou a decisão principalmente por razões técnicas e também apontou divergências relacionadas à condução da pandemia.
Posteriormente, em 2022, Ludhmila passou a integrar a equipe de transição do governo Lula na área da Saúde. Assim, voltou a participar diretamente das discussões sobre políticas públicas para o setor.
Trajetória ligada à ciência e à saúde
Além da atuação clínica, Ludhmila mantém uma trajetória ligada à pesquisa e à formação médica. Segundo a Faculdade de Medicina da USP, suas principais linhas de pesquisa envolvem medicina de emergência, medicina intensiva, cardio-oncologia e medicina perioperatória.
Agora, após o segundo turno das eleições de 2026, a cardiologista anapolina voltou a usar as redes sociais para relacionar seu posicionamento político às bandeiras que defende publicamente. Ao comemorar a vitória de Lula, Ludhmila destacou principalmente a democracia, a ciência, a educação e a saúde.
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