Novo ‘Desenrola’ começou; veja como ter descontos de até 90%

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O programa Desenrola Brasil entra em uma nova fase nesta semana e, dessa forma, amplia o acesso à renegociação de dívidas para milhões de brasileiros.

Programa amplia público atendido

Agora, o Desenrola Brasil 2.0 passa a atender pessoas com renda de até cinco salários mínimos. Além disso, também inclui estudantes com dívidas do Fies, micro e pequenos empresários, aposentados, pensionistas e agricultores familiares.

Para aderir, o interessado deve procurar diretamente os canais dos bancos participantes, como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Nubank.

Descontos podem chegar a 90%

Entre os principais atrativos, o programa oferece descontos que variam de 30% a 90% sobre o valor das dívidas. Além disso, os juros ficam limitados a 1,99% ao mês.

Por outro lado, o programa também permite o uso de parte do FGTS para quitar débitos, respeitando os limites definidos.

Nova versão traz mudanças

Nesta edição, o programa terá duração inicial de 90 dias. Além disso, os bancos deverão investir uma parte dos recursos em educação financeira.

Ao mesmo tempo, o governo incluiu uma regra que impede o uso de crédito renegociado em apostas online, mesmo após a regularização.

Regras mudam para consignado

No caso de aposentados do INSS e servidores públicos, as regras do crédito consignado sofreram alterações.

Agora, o limite de comprometimento da renda foi reduzido. Além disso, os prazos foram ampliados e passou a existir a possibilidade de carência para o início dos pagamentos.

Fies e empresas também entram

Além das pessoas físicas, o programa também contempla o FIES. Nesse caso, estudantes podem obter descontos maiores e prazos mais longos para pagamento.

Da mesma forma, micro e pequenas empresas passam a contar com condições facilitadas, como mais tempo para quitar dívidas e aumento no limite de crédito.

Endividamento segue alto no país

O lançamento ocorre em um cenário de alto endividamento. Segundo a Confederação Nacional do Comércio, mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida.

Além disso, cerca de 30% estão inadimplentes. Por isso, o governo aposta que o programa pode ajudar na reorganização financeira e, consequentemente, ampliar o acesso ao crédito no país.

Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás

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