Invasão à casa da família Matsunaga termina com três mortos

15/10/2026

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Criminosos fizeram seis reféns em imóvel na zona oeste de São Paulo; um policial ficou ferido e outro suspeito acabou preso

Criminosos invadiram a residência dos pais de Marcos Matsunaga e fizeram seis pessoas reféns na quarta-feira (14), no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, três suspeitos morreram durante um confronto com equipes da Rota, e os agentes prenderam um quarto envolvido.

Um policial também sofreu um ferimento por disparo e recebeu atendimento no Hospital das Clínicas. Conforme a corporação, ele permaneceu internado sem risco de morte.

Ainda segundo a PM, as equipes libertaram todos os reféns. Entretanto, o relato da ocorrência também informa que os invasores agrediram um motorista durante a ação.

Funcionário conseguiu pedir ajuda

Os criminosos entraram no imóvel durante a tarde e renderam duas funcionárias domésticas. Em seguida, um motorista chegou à propriedade e sofreu agressões.

Os invasores reuniram os funcionários em um cômodo da casa principal. Durante o período de confinamento, porém, um deles conseguiu acionar a polícia.

Com a chegada das equipes da Rota, um dos suspeitos tentou fugir pelos fundos da propriedade. Na sequência, houve o confronto relatado pela Polícia Militar.

Filha de Marcos e Elize não estava na residência

A filha de Marcos e Elize Matsunaga, que mora com os avós paternos, estava viajando com um familiar. Portanto, não presenciou a invasão.

Já Mitsuo Matsunaga, pai do empresário, estava em um escritório na mesma propriedade. Segundo as informações divulgadas, ele não teve contato direto com os assaltantes.

Marcos Matsunaga morreu em 2012, assassinado pela então esposa, Elize.

Polícia apura possível participação de outra pessoa

A Polícia Civil investiga se o grupo sabia que o imóvel pertencia à família Matsunaga. Além disso, uma das linhas de apuração aponta que os criminosos procuravam um cofre.

Os investigadores também analisam a possível participação de uma quinta pessoa, que poderia ter auxiliado no planejamento ou na fuga.

Outro ponto da investigação envolve as câmeras de segurança, que não registraram a invasão. A propriedade contava com vigilância particular, guarita e patrulhamento, circunstâncias que a polícia pretende esclarecer.

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