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Home é morto a facadas em briga por dívida em Anápolis

O crime, que ocorreu após uma briga por uma dívida de R$ 2 mil, foi resultado de uma série de desentendimentos entre os envolvidos.

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Foto de David Raimundo Fernandes, de 39 anos, que foi morto após uma discussão envolvendo dívida em Anápolis.

A Polícia Civil identificou como David Raimundo Fernandes, de 39 anos, o homem que morreu esfaqueado na tarde desta segunda-feira (30), na Rua Guaxupé, no bairro Jardim Suíço, região Oeste de Anápolis. O crime, que ocorreu após uma briga por uma dívida de R$ 2 mil, foi resultado de uma série de desentendimentos entre os envolvidos.

Segundo testemunhas, David e o autor da facada vinham trocando ameaças desde as primeiras horas da manhã, tanto por telefone quanto pessoalmente. Durante a discussão, David teria agredido o outro homem com uma pedra nas costas. Em resposta, o suspeito entrou em casa, pegou uma faca e desferiu um golpe na coxa direita da vítima. A perfuração atingiu a artéria femoral, provocando intenso sangramento.

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Socorro foi acionado, mas vítima não resistiu

Embora o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tenha sido acionado rapidamente, a equipe encontrou David já sem sinais vitais ao chegar no local. Apesar da agilidade no chamado, ele não resistiu à hemorragia provocada pelo ferimento profundo na coxa.

Logo após o crime, o suspeito fugiu da cena. No entanto, poucas horas depois, ele se apresentou espontaneamente à Polícia Militar no bairro Rio Jordão. Em seguida, os agentes o conduziram à Central de Flagrantes, onde permaneceu à disposição da autoridade policial para os procedimentos legais.

Histórico de agressões agravou situação

Além da briga fatal, David acumulava um histórico de violência doméstica contra a ex-companheira. No sábado (29), apenas um dia antes do homicídio, ela o denunciou por invadir sua casa e violar uma medida protetiva. Segundo o boletim de ocorrência, ele a atacou com socos e mordidas, além de fazer ameaças constantes.

A vítima também relatou que vinha sendo perseguida de forma recorrente e que ele costumava enviar imagens de armas por mensagens, intensificando o clima de medo. Todos esses registros já constavam na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM), que acompanhava o caso devido à reincidência das agressões.

Apesar de estar usando tornozeleira eletrônica, David ignorava com frequência as determinações judiciais. Dessa forma, ele continuava representando risco à integridade da ex-companheira, mesmo sob medidas protetivas em vigor.

Fonte: Redação

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