Bebê é morta pelo padrasto enquanto mãe buscava emprego

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Uma tragédia chocou moradores da Zona Norte do Rio de Janeiro na última quinta-feira (2). Uma criança de apenas 1 ano e 7 meses morreu após sofrer agressões brutais enquanto estava sob os cuidados do padrasto. O caso mobilizou a polícia e gerou forte comoção.

Criança chegou sem vida à unidade de saúde

Inicialmente, o padrasto permaneceu com a menina enquanto a mãe participava de uma entrevista de emprego. Durante esse período, a criança começou a passar mal. No entanto, em vez de buscar ajuda imediata, ele apenas enviou uma mensagem informando que ela não estava bem.

Pouco depois, a levaram à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Madureira já em parada cardiorrespiratória. Ao atenderem a ocorrência, os médicos identificaram sinais evidentes de violência e, imediatamente, acionaram a polícia. Apesar dos esforços da equipe, a criança não resistiu.

Agressões teriam sido motivadas por choro

De acordo com as investigações, o homem se irritou com o choro da menina. Em seguida, ele desferiu diversos golpes na região abdominal da criança. Com o agravamento do quadro, ela começou a apresentar sinais graves, mas, ainda assim, não recebeu socorro imediato.

Diante das circunstâncias, a 29ª DP (Madureira) iniciou os primeiros levantamentos. Logo depois, os agentes encaminharam o caso à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que assumiu a investigação.

Depoimento contraditório e confissão

Durante as diligências, os policiais localizaram o padrasto e colheram seu depoimento. Inicialmente, ele apresentou versões contraditórias. Entretanto, diante das evidências reunidas, acabou confessando o crime.

Assim, os agentes efetuaram a prisão em flagrante. A polícia enquadrou o caso como feminicídio, considerando a violência extrema praticada contra a vítima.

Versão da mãe e histórico de suspeitas

Por outro lado, a mãe da criança, Emanuele Costa, de 19 anos, afirmou que mantinha um relacionamento com o suspeito há menos de um ano. Segundo ela, ele costumava cuidar da filha com frequência.

Além disso, o pai da menina já havia percebido hematomas anteriormente. Na época, porém, a mãe justificou os ferimentos como resultado de quedas durante brincadeiras.

Em entrevista à Rádio Tupi, a jovem relatou que recebeu uma ligação do companheiro informando que a criança estava doente. Contudo, ao chegar ao local, encontrou a filha já sem vida.

“Ele sempre tomou conta pra mim, porque o pai da minha filha trabalhava… Não acredito que esse monstro fez isso com a minha filha”, desabafou.

Fonte: Redação

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